segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Reforço de peso chegando em Melbourne!



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É com orgulho que apresento a todos o maior evento do verão no hemisfério sul: Woodstock em Melbourne.

Isso mesmo. Pra quem não sabe o Juliano está vindo passar Natal e Reveillon comigo aqui em Melbourne. Portanto do dia 24 de Dezembro até o dia 12 de Janeiro a festa ta garantida por aqui. Já aumentei o estoque de cerveja e já confirmei o Natal e a virada do ano aqui em casa com os amigos. Aguardem as novidades.

Pra quem não viu coloquei abaixo umas fotos da última festa aqui em casa na Páscoa.

Aquele abraço pra todos.



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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Friiiiiio na Nova Zelândia

Dae Galera

Depois de alguns meses sem notícias aqui estou eu atualizando o blog com algumas fotos das últimas férias com o Gabriel que veio direto de Porto Alegre, dessa vez de volta à Nova Zelândia, porém com destino à ilha sul onde o frio chegou aos seus -4 graus. Isso aí, se achou que anda fazendo frio ai no Sul, em Queenstown, onde ficamos 1 semana a temperatura máxima que pegamos não deve ter passado dos 10 graus. Além da Nova Zelândia também uma visita à Tasmânia, ao sul da Austrália e uma breve passada pela Costa Leste, Gold Coast, onde infelizmente ao invés de sol e calor só rolou chuva e frio no final da Viagem.

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O plano inicial da viagem seria de dirigir ao redor de toda Ilha Sul da Nova Zelândia, porém com uma greve no aeroporto de Buenos Aires com a Aerolíneas o Gabriel perdeu o vôo e acabou chegando na Nova Zelândia 3 dias depois do esperado. Como eu já estava lá esperando ele com mais 2 amigos, acabamos pegando um ônibus de Christchurch direto pra Queenstown, cidade turística no sudoeste da Ilha Sul, onde acabamos ficando esperando a chegada do Gabriel.

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Com uma população de 10mil pessoas, número que dobra na alta temporada com os turistas que vem para as estações de esqui, a pequena cidade é rodeada por uma beleza natural incrível. A cidade de Queenstown é minúscula, dando pra atravessar de ponta a ponta a pé em menos de 1 hora. Ficamos em um hostel no pé do morro onde tem um teleférico que leva os turistas até o topo da montanha principal no meio da cidade.

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Em um lugar frio como esse se tem 2 opções, ficar em casa comendo e bebendo ou sair pra pegar um ventinho gelado na cara. Como deixávamos as atividades alcoólicas para de noite, onde o frio apertava, durante o dia o negócio era sair pra caminhar. Essa montanha próxima do hostel tem várias trilhas pra se fazer a pé, algumas com 1h, 2h ou até 4h de caminhada. Isso ai, 4h de caminhada num frio do cão.

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Cada trilha te leva para um ponto diferente da montanha, onde era possível encontrar outras cidadezinhas ao redor. Sempre achei que era frescura esse negócio de carregar luva, manta, cachecol e gorro por que estava ventado um pouquinho mais. Já no segundo dia eu não saía de casa sem todas essas tralhas mais a garrafa térmica com chá quente pra dar uma aquecida no caboclo, que no meio da caminhada tinha que dar uma parada pra comer alguma coisa e se esquentar, se é que isso era possível.

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Com um dia amanhecendo nevando acabou deixando toda a cidade completamente coberta de neve, e por qualquer lugar que tu passava tinha que cuidar com gelo no chão e a trilha tapada de neve. Escorregar e tomar um tombo era algo que podia acontecer a qualquer momento. Como o sol ia saindo no decorrer do dia a neve ia derretendo entre as árvores e te dando um banho bem de leve, o que te deixa molhado que nem um pinto no final da caminhada. Um par de meia extra na mochila e é claro aquele charmoso ceroulão por baixo da calça era utensílio básico da galera. Bonecos de neve por todos os lados, inclusive do simpático casal de japas que encontrei no meio do caminho.

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Finalmente o esperado dia pra irmos pra estação de esqui de Remarkables, onde o Gabriel, Diego, Carol e eu nos equipamos até os dentes pra um longo dia de muito tombo, hematomas e frio. Pegamos o bus que nos levou até o topo da montanha há uns 40min. de Queenstown, com snowboard, esquis e dois trenós pra garantir a bagunça desde as 9 horas da matina até o horário do sol começar a baixar. Não preciso dizer que quase matamos umas crianças enquanto andávamos na parte destinada aos iniciantes e mancos como nós! Depois de aprender a cair já deu pra arriscar uma subida no teleférico até o ponto mais alto da estação. Eu já achando que tava Professional na história fui descer na parte mais alta e não conseguia ler em tempo as placas que encontrava no meio do caminho e consegui entrar na parte onde dizia “Experienced Track”, e quando eu vi já não tinha mais volta. A montanha que a galera estava levando 5 min. pra descer esquiando eu levei uma meia hora descendo com a bunda colada no neve, pra evitar uma queda cinematográfica e quebrar as duas pernas. Aquele mico, mas por sorte passaram poucas pessoas por ali pra me ver todo apavorado descendo no meio das pedras... 30s em pé na prancha e mais uns 10min rolando. Nessas alturas do campeonato já tinha neve entrando na jaqueta por todos os lados, derretendo na nuca até o calcanhar! O bom é que o gelo já dava uma anestesiada no corpo que já começava a doer antes do meio dia. Depois com um pouco de segurança já deu pra aproveitar um pouco mais o snowboard e a vista que se tem enquanto se sobe até o início das diversas pistas de esqui da estação.

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De volta a Queenstown aproveitamos os últimos dias curtindo o festival de inverno que estava rolando na cidade. O festival tinha de tudo um pouco, música, comida e gente esquisita por todos os lados, com direito ao pessoal do Star Wars dando uma volta pelo centro e até Freddy Krueger dando uma banda por lá.

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Pra finalizar obviamente rolou um churrasquinho louco de especial no pátio do Hostel. Enquanto o Gabriel coordenava a carne a galera só assistia a fumaceira das janelinhas vizinhas e também a ceva gelando ao natural na rua.

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Última noite em Queenstown ficamos em um hostel na frente do rio com uma localização bem ruim. Acordava pela manhã e a cozinha do Backpacker tinha uma janela de ponta a ponta com uma vista nada menos do que as fotos ai de baixo. Ruim né? Na seqüência coloco as fotos do restante da viagem!

Abraço!

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

NATAL + REVEILLON 2010

HO HO HO...

Depois de um final de ano corrido com bastante trabalho, finalmente chegou a hora de dar uma descansada. Dia 24 me reuni com meus camaradas pra organizar as festividades Natalinas que começaram às 3h da tarde regada a muita cerveja enquanto preparávamos os pratos para a ceia. A festa rolou na casa da Priscila (blusa roxa nas fotos) e do João Paulo Cabeção (Camisa Xadrez) que foram os responsáveis por organizar a janta. Eu me puxei e fiz até um sagu.

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Além de outros brasileiros na casa tivemos a ilustre presença da Di-anne (tiazona de blusa preta), uma japa que mora lá e mais um gaiato que uma amiga nossa conheceu no caminho da festa que não tinha plano nenhum pra noite de natal e acabou bebendo umas com a gente. Foi uma noite calma, porém seguimos em ritmo constante no quesito biritas. Aos poucos o pessoal foi se entregando, inclusive eu que ali pelas 3h da matina dei aquela clássica deitadinha só pra dar uma descansada e obviamente acabei desmaiado e babando no quarto.

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Diferente do Brasil, aqui na Austrália, o Natal é comemorado no dia 25, portanto levamos os sobreviventes da noite anterior pra casa nova da Di-anne, a qual ela havia se mudado há poucas semanas. Ela preparou um almoço bem leve e show de bola pra galera poder se alimentar direito depois da maratona alcoólica da noite anterior.

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Com todo mundo bem alimentado e já recuperado, ficamos dando uma descansada de forma mais civilizada, curtindo um som, falando bobagem e vendo o que cada um iria fazer durante a pausa do Ano Novo. A Di-anne, que não consegue ficar muito tempo parada, pediu pra colocarem um samba pras gurias ensinarem o filho dela a dançar. Da pra imaginar o resultado de um Australiano de quase 2m de altura tentando dar uns passos depois de algumas cervejas né?  Tragédia total.

Depois da função, o jeito foi me mandar pra casa pra arrumar as malas pra partir em direção ao litoral e passar 8 dias em Lorne, prainha de burguês que fica mais ou menos à 3h de Melbourne.

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ANO NOVO...

No final da tarde do dia 26, a Priscila e eu nos encaminhamos para a estação de trem pra pegarmos o trem e encontrarmos a Bel, uma amiga nossa que esta morando há algum tempo em Lorne e nos garantiu um canto na casa que ela divide com algumas amigas. Já senti que essas férias prometiam quando ligamos para  Bel pra avisar que estávamos rumo pra praia e ela nos deu a ótima noticia que ela havia ido passar o Natal na casa dos pais em outro estado! Maravilha! A sorte é que, como conhecíamos bem ela, já havíamos colocado uma barraca na mala como plano B caso não tivesse espaço em algum quarto. Chegando na praia as 22h, fomos para o principal camping procurar um canto pra nos acomodar e pra nossa surpresa o camping estava lotado. Era réveillon e ainda estava rolando o FALLS FESTIVAL, um festival de música que iria rolar durante 3 dias no meio das montanhas perto de uma cachoeira que tem na cidade. Por sorte havia um casal muito simpático passando na nossa frente e viu que tínhamos um problemão na mão e ofereceu um cantinho no lado do trailer deles por alguns dias até a Bel chegar. Nos instalamos, e em alguns dias já estávamos bem conhecidos nas redondezas. Só tinha australiano no camping, portanto era fácil de ver que não éramos locais devido a bagunça e por falar português.

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A primeira coisa a fazer no outro dia pela manhã foi comprar um saco de gelo, encher a bolsa térmica de cerveja e comida e nos mandarmos para um pequeno morrinho que tem do lado da praia. Em vários locais da cidade pode se encontrar espaço para fazer Churrasco, o que facilitou a vida dos dois sem-teto. Passávamos o dia vadiando pela praia e quando batia a fome era só dar um pulinho onde haviam as churrasqueiras e preparar o rango.

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Café da manhã, almoço e janta era sempre nesse mesmo ritmo. Como vocês podem ver a vista que rolava durante as refeições era sempre ruim. Acabava de comer e ia lagartear na praia, e assim entramos a semana adentr. Marajá total.

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Quando não era almoço na beira da praia, era café da manha na frente do lago que ficava há 10 metros do camping. Café da manhã dos campeões: Torrada, bacon e ceva.

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Lorne é uma cidade onde moram em torno de 300 pessoas durante a baixa temporada, número que sobe pra 1000 na alta temporada. A prefeitura inclusive não libera permissão pra construir casas em nenhuma área nova. Cidadezinha bem pacata, mas com uma estrutura animal. E pra quem acha que só tem gente bonita por aqui ta muito enganado. Volta e meia tinham outros farofeiros fazendo mais feio que a gente, como o grupo de indianos que estavam tomando banho de roupa no mar. Praticamente o Piscinão de Ramos australiano!

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Chegou a tarde do dia 31 e começou a desabar água como eu jamais tinha visto na Austrália. Depois de passar 5h dentro da barraca torcendo pra chuva dar uma trégua, saímos por volta das 10:30 da noite pra comprar bebida e comida pra janta. Pra nossa surpresa o supermercado já estava fechado e todos os restaurantes da praia também. Achamos um pulgueiro ainda aberto vendendo fish & chips, o que por falta de opção, serviu como janta. Na hora da virada, show de fogos e a galera toda na praia. Éramos os únicos com uma garrafa de espumante camuflada na bolsa pois aqui é proibido beber em locais públicos. Em seguida tentamos entrar na única festa que estava rolando na avenida principal, e pra nossa surpresa a festa acabaria há 1 hora. Sem nenhum outro lugar com música tocando ou comum bar vendendo cerveja nos fizemos de loucos e entramos em um restaurante já fechado que ficava num terraço de uma loja pois vimos que ali tinha um pessoal bebendo. Imploramos uma cerveja pra simpática Kae, dona do restaurante. No fim da história ficamos amigos da galera, e pra melhorar a história ela se ofereceu pra nos levar de carro até o topo do morro no dia seguinte para fazermos uma trilha que começa na famosa cachoeira Eskine Falls.

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Levantamos cedo e fomos rumo a trilha que tomaria 3h e meia de caminhada da cachoeira ate o camping.

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O curioso é que a Austrália é um país com clima seco, mas ao mesmo tempo eles têm muitas florestas tropicais. Com pouco tempo caminhando dentro desses parques a sensação é que se esta em outro lugar com clima completamente diferente. Varias arvores tombadas na trilha, cogumelos e limo pra todos os lados.

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Volta e meia nos obrigávamos a dar uma parada pra descansar e tomar uma cervejinha pra dar uma recarregada na bateria pra seguir adiante a trilha.

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Chegando na praia novamente o jeito foi seguir pro Fish & Chips mais próximo pra mandar bala numa comidinha saudável pra repor as energias.

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No último dia fomos até o restaurante da Kae pra tomar a saidera e agradecer toda a parceria durante os 3 últimos dias por lá. De quebra, a anfitriã ganhou uma pulseirinha do Nosso Senhor do Bonfim.

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Na volta, uma parada na cidade de Geelong pra pegar trem na estação central e retornar pra Melbourne.

Espero que o início de 2010 tenha sido bom pra toda galera daí, da mesma forma que foi bom pra gente por aqui. Um feliz Ano Novo pra todos  :)

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Fraca e o Cururu Tour

Depois de um tempo sem escrever nada no blog devido a falta de novos acontecimentos dedico esse post a minha amiga Carol que veio passar uma semana em Melbourne após uma passagem pela Tailândia e também por Sydney.

Sabendo que ela ficaria só uma semana em Melbourne e por não ter nada programado pra quando ela chegasse aqui resolvi montar um roteiro turístico surpresa pra que ela pudesse aproveitar da melhor maneira esses 7 dias aqui comigo.

Com o seu vôo chegando na sexta feira perto da meia noite acabamos não fazendo nada de muito interessante pois o destino do primeiro ponto a ser visitado pelo Cururu Tour requisitava que acordássemos as 8h do sabadão. Acordando cedo no outro dia pegamos a estrada e fomos ver os 12 Apóstolos na Great Ocean Road. Passamos no mercado pra comprar umas porcarias pra comer na estrada e seguimos em direção às praias que costeiam o litoral ao sul de Melbourne. A Fraca (apelido carinhoso da Carol) estava ansiosa mesmo era pra ver Cangurus e Coalas, e para isso iríamos dar umas bandas por uns parques nacionais no caminho pra tentar encontrar alguns no decorrer da viagem. Infelizmente o único canguru que vimos foi um que havia sido atropelado na beira da estrada. Isso mesmo, aqui canguru anda na beira da estrada da mesma maneira que os cachorros vira-lata andam na BR-101 indo pra SC. Já os coalas deram as caras em uma estradinha que cortamos para tentar tirar umas fotos deles. Por sorte encontramos um em uma árvore bem baixinha, que deu até pra subir e tirar fotos a menos de um metro dele. Cada coala que a Fraca via ela dava uma suspirada e dizia “OOOOOHHHHHHH, quero levar um pra casa”.

Após algumas paradas no meio do caminho para lanches e xixis, os quais eram requisitados a cada 1 hora pela Fraca, chegamos nos Doze Apóstolos. Após semanas de chuva e tempo ruim a fraca trouxe o sol com ela pra salvar a trip. Pegamos um dia ótimo pra praia, apesar do vento absurdamente forte deu pra aproveitar bastante a viagem.

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Há algum tempo eu já estava pensando em organizar um churrasco na casa de família que eu havia ficado no primeiro mês de Austrália, e como a Di-anne, dona da casa já havia me cobrado esse churrasco achei que seria uma hora apropriada pra isso. Domingo levantamos cedo e fomos no mercado comprar carne e obviamente bastante cerveja pra galera que estava pra chegar após o meio dia pra churrascada. Uma peça inteira de Picanha, 2 costelas inteiras e mais carne que o pessoal trouxe foi pra brasa pra manter a tigrada bem alimentada durante o churras que começou ao meio dia e foi até a meia noite. Com carne no espeto, cerveja gelada e música brasileira o tempo todo, a festa entrou noite adentro com direito a fogueira pra manter o pessoal no clima. Rolou até salada de maionese, que não durou nem 5 minutos na mesa depois que os brasileiros descobriram que estava a disposição pra acompanhar o churrasco.

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Na segunda feira eu precisaria estar na aula ali pelas 9h da manhã, coisa que logicamente não aconteceu devido ao estadinho que eu estava quando tentei levantar as 7:30 da manhã. Meio gripado, dor de cabeça, ressaca e todo errado da festa dei um pulo na escola ali pelas 11h pra falar com o professor dizendo que não estava em condições de assistir a aula. Segundo ele eu só poderia faltar aula e entregar os trabalhos depois com um atestado médico, foi então que levei a Fraca pra conhecer o centro médico de um shopping perto do curso. Depois de tossir que nem um louco quando fui atendido, e também pela minha cara de acabado consegui um atestado para os dois dias inteiros de aula que eu deveria assistir segunda e terça! Maravilha! Com o dia de folga e atestado médico na mão lotamos a bolsinha térmica com cerveja e fomos passar a tarde no jardim botânico. Como não se pode beber em locais públicos levamos umas canequinhas de café pra não escancarar demais.

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 Após uma meia dúzia de cevas a Fraca começou a implorar por um banheiro, foi quando levantamos acampamento e nos mandamos pra praia pra tomar mais uma cervejinha e ficar por lá até o final do dia.

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A partir de quarta feira até o final da semana trabalhei durante o dia enquanto a Fraca dava suas bandas pela cidade, conhecendo museus, restaurantes, cafés e conhecendo um pouco da vida boa que os turistas e desocupados de Melbourne têm pra aproveitar.

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Depois do horário de trampo eu era o responsável por levar a minha visita para os bares e inferninhos mais bem freqüentados da região. Como da pra ver nas fotos a Fraca se divertiu bastante e fez alguns amigos por todos os estabelecimentos em que passou.

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Semaninha curta porém bem produtiva. Só quero saber quem é o próximo a dar um pulo por aqui?

Abraço

sábado, 29 de agosto de 2009

Port Douglas

Depois de passar 3 dias procurando Crocodilos no meio do lodo fomos transferidos para a pequena praia de Port Douglas que fica há uma hora de Cairns. Diferente da primeira parada a surpresa foi muito melhor do que lama e piscina na praça central, já que nos colocaram em uma casa com quase o dobro do tamanho do apê anterior e sim, agora com praia de verdade.  Uma rápida caminhadinha de 5min nos levava até a tão esperada praia que lembra bastante as praias de Santa Catarina. Morros dos dois lados, coqueiros e água limpa pro banho. Já na chegada na areia nos enturmamos com uma galera que estava por ali, segundo eles bebendo há 3 dias, e pelo estadinho de todo mundo eu acho que era verdade. Todos eles com seus isopores com gelo e forrados de birita, alguns salgadinhos pra enganar o estômago e os seus cachorros, tão loucos quanto os donos. Era difícil de acompanhar o ritmo da turminha que pulava, gritava, dançava e não parava de nos empurrar trago.  A mais animada era a Simi com seus óculos escuros retro  e sua poodle branca que comia todo o pacote de batata frita pois não via ração desde que a maratona alcoólica tinha começado.

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Port Douglas é bem diferente das outras cidades que passei por aqui. É a primeira a não ter parquímetro, Mcdonalds e Boates, portanto uma praia calma e tranquila onde se encontram vovôs e vovós que vem pra ca gastar seus dólares nas atrações turísticas da região.

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Entre as atrações disponíveis em Port Douglas, a moça da recepção do condomínio nos indicou o "Café da Manhã com os Pássaros", onde rolaria um buffet durante o breakfast e a gente irria ver diversos tipos de animais locais por todos os lados. Varados de fome fomos os primeiros a chegar antes da excursão das famílias, vovôs e japas (sempre muito be, munidos com suas câmeras) que em poucos minutos lotaram o mini-zoo.

Com aquele rico banquete nos esperando já me encaminhei pra filar umas guloseimas que eu não via há tempo, como umas cucas (nem não chegam nem perto daquelas de Nova Petrópolis, é claro), pão caseiro e muita fruta a disposição. Bacon, ovo frito, pão tostado e suco como manda o tradicional café da manhã australiano também foi incluido no cardápio, é óbvio!

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Não preciso nem falar que o olho é sempre maior que a barriga, e enquanto o pessoal da terceira idade se divertia bem comportado com as bolachinhas de água e sal, acompanhado de chá com leite, eu já enfileirava o terceiro pratinho bem reforçado pra me manter nutrido e bem disposto pra caminhada que viria na sequência. E claro, também pra alimentar o bando de periquitos que faziam fila basicamente na nossa mesa, acho que pela maior quantidade de comida do que nas outras.

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Com uma certa dificuldade de caminhar e respirar depois do café nos dirigimos para a área dos crocodilos, que na chegada já me olhavam rindo... acho que tinham esperança de filar uma carne sul americana já bem recheada naquela altura do campeonato. Cangurus de várias espécies e tamanhos, coalas e vários patos engraçados lagarteando no sol e sempre em volta tentando comer a rebarba da ração que todo mundo comprava pra alimentar os cangurus.

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E finalmente a parte mais esperada da viagem, o mergulho na barreira de corais. 7:30 da matina fomos pegos pela van de umas das dezenas de empresas que tem permissão pra levar turistas até os pontos de mergulhos nos corais. O nosso barco não era dos maiores e mesmo assim levava mais ou menos 70 pessoas, mais a tripulação de uns 10 funcionários para o passeio. Mergulho com tubo de oxigênio ou então somente snrokeling, para os menos abonados, eram as modalidades disponíveis para quem embarcava. Novamente Buffet de café da manhã liberado, mas dessa vez só um bolinho com café pra não dar aquela “congestã” durante o mergulho. Sem pagação de mico na frente de todo mundo em alto mar, por favor né...

O passeio dura o dia todo com paradas em 3 pontos diferentes da costa, sempre junto das barreiras de corais. Compramos uma câmera descartável, pois já sabíamos que teríamos que marchar com AUS $35,00 pra comprar 3 fotos do fotógrafo da equipe. Com o barco parado a galera começa a pular na água e daí é cada um por si. Liberdade pra sair nadando e mergulhando pra qualquer lado.

Difícil de explicar como é nadar no meio daquele monte de corais, peixes , arraias e também tubarões. Sim, tubarões. No começo eu até tinha me esquecido do risco de ver um, mas quando estávamos no terceiro mergulho vimos um tubarão de mais ou menos uns 3 metros no meio de uns corais. A sensação é engraçada por que tu nunca viu um bicho daqueles a não ser na televisão e como eu não tinha uma daquelas grades de ferro pra me proteger já comecei a
pensar no que fazer caso ele resolvesse vir dar uma conferida no almoço dele. A real é que não tem muita saída... tu não pode gritar por que ta todo mundo mergulhando, e longe de ti, e ninguém vai te ouvir também. Não tinha como correr e ele se movia com uma velocidade absurda. Por sorte ele foi pra outro lado, mas em seguida quando eu já estava mais aliviado olho pra direita e ele tava ali novamente, há uns 10 metros de distância nadando no mesmo ritmo que eu. Aquela alegria.

Eu acelerava o ritmo e ele parecia que só acompanhava me cuidando de canto de olho. Nessas alturas achei que ia virar petisco, mas foi só mais um belo cagaço... logo ele já seguiu caminho pro lado oposto.

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Além do tubarão, cardumes enormes com peixes pequenos, médios e grandes das mais diversas cores e formas. A profundidade variava desde uns 30m onde o barco ancorava até chegar um ponto onde se nadava há 1m acima dos corais podendo até tocar se quisesse, mas todos são avisados pra não fazer isso e cuidar com os pés-de-pato enquanto nadam pois podem danificar os corais se bater neles.

Na volta todo mundo meio cansado de tanto nadar, sentados no barco o capitão fez uma parada pois haviam visto uma baleia, e pelo que eles falavam era uma baleia branca, a maaaaaais rada do mundo. Sinceramente eu já vi peixe maior pulando nos açudes ali de tapes quando eu ia pescar com o meu pai. Fizeram um alarde louco pra uma baleinha que só deu um ou dois espirros na superfície... e nem sei se era tão rara assim. Todo mundo sacava câmera e ficava procurando ela. Eles falavam que esperaram a vida toda pra ver aquela baleia. Aham. Devem falar isso pra todo mundo que mergulha com eles, e no final ainda pediram pra indicar o barco deles pros amigos pois eles sabem onde as baleias estão. Ah ta né?! Não pra cima de mim né meu guri?

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A saidera da viagem foi conferir a famosa “Corrida de Sapos” que iria rolar no centro de Port Douglas, no Iron Bar. Subimos no segundo andar e lá estava um típico Australiano anunciando os nomes dos sapos para o grid de largada e também sortear pelo número do ingresso os “jóqueis”que iriam orientar os sapos durante a corrida. As regras são simples: com uma língua-de-sogra tu poderia empurrar o sapo pra fora da mesa, e depois quem botasse ele de volta no balde era o vencedor. 3 baterias de corrida com direito a uma delas tendo premiação de um passeio nos corais, mas pra concorrer era preciso comprar a sua participação no leilão de sapo! Teve uma pateta, que de empolgada com história, pagou AUS$ 70,00 no seu sapo. PODE? Eu já tive sorte e fui sorteado pra participar! Sim! Fui jóquei de sapo na Austrália! O nome do meu sapo era “FAT BASTARD” e como todos os outros ganhou beijinho do seu jóquei antes da corrida, pra dar sorte é claro. Na largada da corrida o sapo, que era criado a Toddy,  já saiu pulando e eu atrás soprando a língua-de-sogra! No que ele caiu no chão e eu juntei o querido me deu uma beeeeela mijada nas mãos. Por uma fração de segundos não consegui colocar ele primeiro no balde, o que me rendeu o segundo lugar na corrida!

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Pra quem quer ver um a minha performance na corrida, o passeio de barco, Simi e seu poodle doidão, cangurus, coalas, jacarés, periquitos e a praia de Port Douglas é só conferir o compacto no vídeo abaixo!



Aquele abraço!



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domingo, 16 de agosto de 2009

Peão com Cultura

Dae! Há mais de um mês e pouco sem atualizar a galera com notícias aqui de Melbourbe consegui sentar com calma pra escrever rapidamente pra vocês o que anda rolando. Estive meio sem tempo pois além de estar estudando um pouco mais, devido os novos professores do meu curso serem um pouco mais malas também resolvi ampliar meu curriculum e atuar em uma nova área de negócio aqui na Austrália, construção civil. Isso mesmo, pedreiro!

Um amigo meu perguntou se eu estava afim de encarar essa e achei que ia ser interessante fazer uma grana extra e ver como é trabalhar no setor. O brabo é acordar às 6h da matina e encarar um frio sempre com muito vento enquanto espero a carona me pegar pra nos deslocarmos pras obras em andamento. Como não tenho nenhuma experiência virei o faz tudo da obra. Na primeira semana foi um espetáculo, peguei logo uma casinha que estão reformando e carreguei de 3 a 5 mil tijolos por dia. Uma maravilha. Sem falar nos buracos de 90cm de profundidade que tive que cavar na segunda semana. Não preciso dizer que o peão aqui tava todo esgualepado no fim desses primeiros 15 dias de lenha. Bolhas nas mãos, minhas costas chegavam a se rir quando eu chegava em casa, tomava um banho e me deitava na cama.

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Esse trabalho que, pra gente ai no Brasil é sinônimo de sub-emprego aqui é levado a sério, bem pago (pra quem é profissional é claro) e é feito sempre com muita segurança pois a legislação é rigorosa. Colete com cores neon, luva, bota, óculos é sempre indispensável pra quem trabalha em grandes construtoras. É comum ver uma galera mais nova entre 20 e 30 anos nas estações de trem vestidas com esses acessórios indo trabalhar todos os dias. Eu por exemplo trabalho com 2 alemães, um de 25 e outro de 29 anos que estão no ramo há mais ou menos 6 anos. Um deles estudou todo esse tempo para se tornar carpinteiro e veio da Alemanha pra cá, pois aqui é uma profissão mais bem paga que lá.

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Fora isso as coisas vão muito bem por aqui. Com o inverno a cidade muda um pouco de cara e os cafés e as praças se entopem com gente procurando um lugar com sol pra se esquentar. Esse ano a prefeitura trouxe vários eventos pra Melbourne, entre os principais estão a exposição do Salvador Dali e de Pompeii. Além desses dois principais eventos está rolando uma exposição do Star Wars com mais de 80 bonecos em tamanho real, carros e cenários dos filmes pra quem é fanático pela série. A Exposição do Salvador Dali tem um dia da semana que se estende até a noite com tour especial pelo museu falando sobre a vida e as obras do artista espanhol. Já a exposição de Pompeii, que roda o mundo todo, está em um museu bem grande,  e aqui para Melbourne foram trazidas diversas peças e objetos da cidade italiana que foi destruída por um vulcão em 79 a.c.

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Outra boa notícia é que além de atuar como pedreiro e garçom consegui o meu primeiro cliente como free lancer em terras australianas. Conheci um gerente de um restaurante que tem uma empresa que organiza jantares e festas pra uma turma da alta, o qual estava precisando de material pra organizar a sua empresa. Prontamente me ofereci, e o cara, gostando do meu trabalho me deu a chance de desenvolver tudo pra ele. Maravilha!

E já que tá muito frio em Melbourne, tirei 10 dias pra conhecer o estado de Queensland, nordeste australiano... segue no post na sequência o que anda rolando em CAIRNS, cidade famosa pelas maiores barreiras de corais do mundo que fica por aquelas bandas.

Abraço

Cairns

Fugindo do Frio e indo atrás de um pouco de sol tirei 10 dias pra conhecer a cidade de CAIRNS, famosa pelas belas praias com temperaturas altas o ano todo, boas festas e também pelos passeios de barcos até as barreiras de corais que segundo afirmam, pode ser vista até da lua! Comigo veio uma amiga que conheci aqui em Melbourne, a Cecília, uma francesa que tava afim de subir até o norte pra conhecer aquelas banda antes de voltar pra França no final de Agosto.

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Poucos minutos antes do avião começar a se preparar pra aterrisar no aeroporto ele manobra por cima de uma parte dos tais corais, o que acaba deixando a galera com água na boca pra chegar logo e se mandar pra praia e ver aquela beleza toda, tomar uma birita e curtir os 30 graus que faz por aqui, enquanto em Melbourne continua nos seus 14 graus. Chegamos no apartamento há 2 quadras da praia como foi prometido na agência de viagens, piscina, churrasqueira e tudo mais pra passar uma semaninha e pouco como um belo marajá... o grande problema é que quando fomos até a beira da suposta praia de Cairns nos deparamos com as imagens que seguem no vídeo.

Isso ai meus amigos,mar recuado uns 200 metros, banhado, crocodilos e outras bizarrices que ainda estavam por vir. Fazendo uma pesquisa pelo site da cidade antes de decidir vir, o que se via eram as belas fotos aéreas com água azul e cristalina pra atrair os turistas pouco informados como nós. Nas páginas sobre mergulhos com tubarão, passeios nos corais com milhares de fotos de tartarugas, cardumes de peixes dos mais diversos tamanhos e sempre o campeão de aparições, o Nemo, que está sempre em todos os sites, panfletos, cartazes e flyers pra chamar os turistas para mergulhar. A única coisa parecida que vi no meio da lama foi o “Conemo”, atolado ali na orla de Cairns.

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Outra atração interessante é essa árvore gigante no centro da cidade forrada de morcegos. Aham, uma grande turma deles passa o dia ali berrando, voando de galho em galho e cagando. Ao redor dessa quadra existem várias árvores gigantes sempre lotada de morcegos que se divertem pendurados e sujando os carros estacionados por ali. Quem acha que aquelas pombas que vivem na Praça da Matriz ali no centro de Porto é problema, aqui os morcegos com as suas calibradas evacuadas muitas vezes deixam as pinturas dos carros danificadas tendo que serem refeitas por causa das manchas que os bichos deixam.

Fotos

O jeito foi sentar na praça com a piscina pra enganar otário e ligar pra agente de viagem e pedir uma solução. Música alta rolando, backpackers europeus pra todos os lados e acabamos encontrando uma dupla de hermanos argentinos, que pela cara, pelo shortinho lilás e pelo jeito que conversavam gritando no meio de todo mundo não foi difícil de identificar.

Fotos

De cara com a lama, morcegos e hermanos fomos pro resort pra tomar uns tragos e aguardar pela ligação da agência de viagens que estavam nos transferindo pra uma casa num resort em Port Douglas, 1 hora afastado de Cairns e com a tão esperada e prometida praia que nos haviat; sido vendida.

Espero ter melhores notícias pra dar no próximo post. Falou

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