Dia 3 de Fevereiro como de costume é quando comemoro meu aniversário, mas esse ano vai ser um pouco diferente dos outros. O meu camarada Gabriel, que morou na Nova Zelândia por quase um ano, resolveu voltar pra tirar umas férias e fez a loucura de emprestar grana para as minhas passagens pra eu dar um pulinho lá e aproveitar a trip com ele.
Isso mesmo gurizada, 21 dias coçando os grãos da melhor maneira possível pela Nova Zelândia. Pra começar as festividades terça passada fomos para o “Sujinho”, carinhoso apelido que demos para o St. Jerom, pub irlandês que toda terça-feira toca música brasileira. Fizemos um aquecimento esperto no meu apê com alguns amigos antes da festa e como vocês podem ver pelas fotos, até o Velho Barreiro foi pra festa!
No domingo seguinte seria o dia pra embarcar pra Nova Zelândia e como eu teria que levantar às 6h da matina e ir pro aeroporto, fiquei preocupado em não acordar no horário. Pensei por que não ficar acordado a noite inteira pra não correr o risco de não acordar? Encontrar um bando vagabundo pra me acompanhar nessa, obviamente não foi difícil. Acabamos o trabalho no restaurante e começamos a beber umas e outras nos fundos até uma da matina e depois fomos dar mais uma volta. `
Ficamos nos enrolando até encontrar o outro pessoal, e logo não nos deixaram entrar no bar por que depois das 2h da manhã normalmente os bares fecham as portas. Ficamos na rua esperando o pessoal sair do bar, e como não se pode beber nas ruas fomos beber umas num bequinho ali perto.
Acabando a cerveja fomos procurar uma loja pra comprar mais uma meia dúzia de long necks mas o segurança da espelunca não nos deixou entrar por que ele achava que já tínhamos bebido demais. Como vocês podem ver, a cidade também tem o seu lado ruim.
Continuamos perambulando até chegar no meu apê. Como não tínhamos mais álcool o negócio foi preparar um chimarrão pra dar uma erguida na moral e tentar curar a ressaca que ia ser das brabas nas próximas horas.
O Plínio e o Micceli, italiano maluco que sempre está com a gente, conheciam mate e tomaram parelho comigo. O que é difícil de acontecer por aqui. Já o carioca marrequinha disse que tava quente, mas bebeu de qualquer jeito. E assim fomos até a hora de me mandar pro aeroporto.





Um comentário:
eita, não nega a origem!
velho barreiro!
hahahahahah
bjinhos
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